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Rotala rotundifolia 'Blood Red'
Rotala rotundifolia 'Blood Red'
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Rotala rotundifolia 'Blood Red'
Espécie: Rotala rotundifolia 'Blood Red' (uma cultivar hortícola estabilizada e altamente apurada em viveiros). Pertence à família Lythraceae.
Temperatura: 20 a 28 °C. Mantém-se vigorosa e estável numa ampla faixa térmica típica das montagens tropicais comunitárias.
Origem: Cultivar de laboratório/viveiro (a espécie nominal rotundifolia é originária do Sudeste Asiático, habitando margens pantanosas e arrozais).
Tamanho: Altura de 20 a 50+ cm e largura de 2 a 4 cm por caule. O seu crescimento acentuadamente vertical e a resposta excecional à poda tornam-na a candidata ideal para o plano traseiro (background) ou como foco cromático estruturado no plano médio (muito utilizada em layouts de estilo Holandês).
Luminosidade: Alta a Muito Alta. Este é o fator absolutamente decisivo para esta planta. Para que a 'Blood Red' faça jus ao seu nome e não reverta para tons alaranjados, acastanhados ou verdes, exige uma iluminação intensa, de preferência com uma calha RGB de qualidade que estimule a pigmentação das folhas.
Necessidade de CO2: Média a Alta. Embora a rotundifolia comum seja viável em montagens Low Tech, a variante 'Blood Red' depende ativamente da injeção de CO2 para densificar os caules, acelerar o crescimento e suportar o elevado metabolismo exigido para manter uma cor vermelha tão profunda. Sem CO2, tende a crescer rala, esguia e com cores desvanecidas.
Crescimento: Rápido. O seu desenvolvimento acelerado exige o manuseamento frequente da tesoura. Responde maravilhosamente a podas drásticas, ramificando-se de forma explosiva em cada corte para formar autênticos maciços densos. As pontas superiores vermelhas (onde a cor é mais forte) são o material ideal para replantar e adensar o grupo no substrato.
Dificuldade: Média. É consideravelmente mais acessível e perdoadora do que as espécies vermelhas mais sensíveis do hobby. O segredo profissional para desencadear a sua coloração rubi máxima (além da luz forte e do CO2) é a limitação de nitratos: manter os níveis de nitrato (NO3) relativamente baixos na coluna de água, garantindo simultaneamente uma nutrição rica em ferro e microelementos, força a planta a intensificar os seus tons avermelhados de forma drástica.
Aparência: Na sua forma submersa definitiva, exibe caules finos encimados por folhas opostas, estreitas, alongadas e ligeiramente pontiagudas. Sob condições ideais, tanto o caule principal como as folhas adquirem uma tonalidade vermelho-sangue sólida, vibrante e uniforme que domina a perceção visual do aquário, criando um contraste arrebatador quando posicionada junto a plantas de um verde-claro brilhante, como caules de Bacopa ou tapetes de Eleocharis.
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