AquaSousa
Rasbora Galaxy
Rasbora Galaxy
5.0 / 5.0
(1) 1 análises totais
Não foi possível carregar a disponibilidade de recolha
Nome cientifico: Danio margaritatus (Originalmente descrita para a ciência como Celestichthys margaritatus, sendo mundialmente aclamada, cobiçada e adorada no hobby como Rasbora Galaxy ou Celestial Pearl Danio).
Origem: Ásia. É uma espécie endémica de uma zona muito restrita no Myanmar (Birmânia), habitando lagoas rasas, pequenos lagos (próximos da região do Lago Inle) e charcos permanentes de montanha, caracterizados por águas incrivelmente límpidas, de fluxo muito lento e repletas de densa vegetação aquática rasteira.
Tamanho máximo: Miniatura (Nano). É a autêntica "joia da coroa" de qualquer nano aquário, atingindo um comprimento máximo de apenas 2 a 2.5 cm na fase adulta. O dimorfismo sexual é altamente evidente quando atingem a maturidade: os machos são muito mais esguios e exibem uma coloração avassaladoramente mais escura e vibrante, enquanto as fêmeas possuem um ventre visivelmente mais roliço e cores ligeiramente mais pálidas ou amareladas.
pH: Neutro a ligeiramente alcalino. Prosperam de forma excecional em águas limpas, estáveis e livres de compostos nitrogenados. Para manter o seu sistema imunitário imbatível, o ideal situa-se numa faixa contínua entre 6.5 e 7.5.
Temperatura: Subtropical a tropical amena. Sentem-se perfeitamente confortáveis, perdem a timidez e mostram o seu esplendor cromático em águas ligeiramente mais frescas do que a maioria dos peixes tropicais, com temperaturas ideais entre os 20°C e os 25°C.
Alimentação: Omnívoro (Micro-predador). Devido às suas dimensões minúsculas, possuem uma boca igualmente pequenina! Aceitam micro-grânulos de alta qualidade e flocos finamente triturados. No entanto, para despoletar as suas cores de "galáxia" e induzir comportamentos naturais de cortejo, a dieta deve ser obrigatoriamente complementada com micro-alimentos vivos ou congelados (como náuplios de artémia, cyclops, dáfnias e micro-vermes).
Comportamento: Extremamente pacífico, ocasionalmente tímido e altamente gregário. São peixes de cardume obrigatório! A regra de ouro e inquebrável para o seu sucesso é mantê-los num grupo de, pelo menos, 8 a 10 indivíduos num aquário com bastante vegetação densa (como Musgo de Java). Se o aquário for demasiado despido, viverão aterrorizados; com plantas e esconderijos, ganham uma confiança soberba e nadam livremente. São 100% seguros para partilhar o espaço com camarões anões (como as Neocaridinas). Os machos frequentemente exibem inofensivas e belíssimas "danças" de rivalidade entre si, espalhando as barbatanas para marcar território.
Reprodução: Ovíparo. A sua reprodução é uma das mais gratificantes em cativeiro! São dispersores contínuos de ovos e não exibem qualquer cuidado parental. Num aquário maduro e plantado, a fêmea liberta diariamente pequenos ovos não adesivos que caem e se escondem por entre o musgo no fundo. Os adultos devoram avidamente a própria postura se a encontrarem. A melhor forma de salvar os alevinos é ter tapetes de vegetação muito densos onde estes se possam esconder e alimentar dos infusórios naturais nas suas primeiras semanas de vida.
Aparência: O seu visual é um dos maiores e mais cobiçados espetáculos de detalhe de toda a aquariofilia! Exibem um corpo aerodinâmico e sólido num hipnotizante azul-meia-noite, cinza-ardósia ou verde-escuro profundo. O grande rasgo de assinatura que lhes dá o nome é o facto de estarem integralmente salpicados por dezenas de minúsculas e brilhantes pintas circulares num tom dourado, pérola ou branco-creme, assemelhando-se literalmente a uma galáxia de estrelas no céu noturno. O dramatismo completa-se com as suas barbatanas ímpares (nos machos), que ostentam impressionantes faixas duplas de um incandescente vermelho-fogo delimitadas por negro-carvão.
Share
