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Molly Balão Sortida
Molly Balão Sortida
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Nome cientifico: Poecilia sphenops e Poecilia latipinna (Comercializada sob a designação de "Molly Balão", trata-se de uma impressionante e adorada mutação morfológica estabilizada através de um rigoroso apuramento genético destas espécies).
Origem: América do Norte e Central. Embora as populações selvagens originais habitem rios, lagoas e estuários desde o sul dos Estados Unidos até ao México, esta exótica variante de corpo curto e arredondado não existe na natureza, sendo desenvolvida e reproduzida exclusivamente em aquicultura para a aquariofilia.
Tamanho máximo: Pequeno a médio. Devido à sua morfologia altamente compactada, atingem habitualmente um comprimento máximo de 5 a 7 cm na fase adulta (sendo mais curtas que as Mollys tradicionais, mas compensando em largura e altura). As fêmeas são visivelmente maiores e ostentam um ventre muito mais volumoso e roliço do que os machos.
pH: Alcalino. São peixes extremamente rústicos, mas exigem águas com forte dureza mineral para manterem um sistema imunitário saudável e evitarem fungos. O ideal para o seu bem-estar e longevidade situa-se numa faixa entre 7.5 e 8.5 (sendo uma das poucas espécies de água doce que toleram e até beneficiam com a adição de sal próprio para aquários).
Temperatura: Tropical. Sentem-se perfeitamente confortáveis, ativas e saudáveis em águas quentes, prosperando com temperaturas situadas entre os 24°C e os 28°C.
Alimentação: Omnívoro (com forte tendência herbívora). São peixes muito gulosos e excelentes aliados a debicar algas pelas decorações do aquário. A base da dieta deve ser muito rica em matéria vegetal (flocos ou grânulos com alto teor de espirulina). Como o seu formato compacto comprime ligeiramente os órgãos internos, o ideal é oferecer grânulos que afundem lentamente para evitar que engulam demasiado ar à superfície, complementando pontualmente com alimentos vivos ou congelados (como artémia e bloodworms).
Comportamento: Pacífico, extremamente sociável e divertido. Trazem um movimento constante e uma alegria contagiante a qualquer aquário comunitário devido à sua forma peculiar de nadar (um hilariante "gingar" ou "rebolar" constante). A regra de ouro, tal como nos restantes vivíparos, é manter sempre um rácio de, pelo menos, 2 a 3 fêmeas para cada macho, dispersando o assédio reprodutivo incessante dos machos e evitando que uma única fêmea morra de stress.
Reprodução: Ovovivíparo. A reprodução em aquário é constante, extremamente fácil e ocorre de forma automática. A fêmea incuba os ovos internamente e dá à luz dezenas de alevinos independentes, já completamente formados e que evidenciam desde logo o seu adorável formato "balão". Não existe qualquer instinto parental e os adultos comerão as próprias crias. O uso de plantas flutuantes ou moitas densas (como Musgo de Java) é essencial para garantir esconderijos aos recém-nascidos.
Aparência: Como se trata de um lote "Sortido", cada encomenda é uma autêntica caixa de surpresas genéticas! O seu formato é inconfundível: possuem uma estrutura óssea encurtada que lhes confere o famoso aspeto de "balão", muito redondo e barrigudo. A magia destas Mollys é a vasta panóplia de cores que podem exibir: podes receber exemplares de um branco-neve imaculado, amarelo-sol, laranjas vibrantes, o profundo preto-aveludado, tons prateados ou o imensamente cobiçado padrão Dálmata (branco com intensas pintas negras). A nível de barbatanas, podem até exibir a elegante terminação em "Cauda de Lira".
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