Aquasousa
Hygrophila corymbosa 'Compact'
Hygrophila corymbosa 'Compact'
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Espécie: Hygrophila corymbosa 'Compact'. Pertence à família Acanthaceae.
Temperatura: 20 a 28 °C. Partilha a excelente adaptabilidade térmica da espécie nominal, sentindo-se perfeitamente em casa na esmagadora maioria dos aquários comunitários tropicais.
Origem: Cultivar hortícola. A Hygrophila corymbosa original é nativa do Sudeste Asiático, mas esta variante anã foi isolada e estabilizada em viveiros comerciais devido ao seu reduzido espaço entre os nós das folhas (entrenós).
Tamanho: Altura de 10 a 15 cm e largura de 10 a 15 cm por planta. Devido ao seu porte atarracado e crescimento horizontal, é uma das raras plantas de caule que é talhada especificamente para o plano frontal (foreground) ou plano médio (midground), servindo como uma transição fantástica entre um tapete e as plantas altas de fundo.
Luminosidade: Média. É aqui que reside o único "segredo" desta planta: embora sobreviva em condições de luz fraca, a falta de iluminação fará com que a planta estique o caule em direção à superfície à procura de luz (estiolamento). Se isto acontecer, os nós separam-se, o caule fica visível e a planta perde o seu cobiçado aspeto 'Compact'. Para a manter densa e rasteira, exige uma iluminação que penetre bem até ao fundo do aquário.
Necessidade de CO2: Baixa. Enquadra-se de forma exímia em configurações Low Tech. Não exige qualquer injeção artificial de CO2. Desenvolve um sistema radicular surpreendentemente vasto e agressivo para o seu tamanho, pelo que um substrato fértil (ou o uso de root tabs) ajudará a manter as suas folhas largas e viçosas.
Crescimento: Lento a Médio. Em forte contraste com a versão clássica da corymbosa (que cresce de forma explosiva), a variante 'Compact' foca a sua energia em alargar o arbusto em vez de crescer na vertical. Produz imensos rebentos laterais a partir da base, formando uma moita impenetrável. Para propagar, basta cortar um destes rebentos e plantá-lo ao lado.
Dificuldade: Fácil. Tal como todas as Hygrophilas, funciona como um "alarme" natural para a falta de Potássio (K) na água. Se notar que as folhas mais antigas começam a desenvolver pequenos furos circulares (frequentemente com bordos escuros ou amarelados) que vão alastrando, não se trata de peixes a roer a planta, mas sim de carência de potássio. Uma dose de fertilizante líquido resolve o problema.
Aparência: A sua morfologia é inconfundível. Exibe um caule central incrivelmente curto e oculto, do qual brotam dezenas de folhas muito próximas umas das outras (entrenós minúsculos). As folhas são lanceoladas a ovais, largas e de um tom verde-claro a verde-menta muito fresco. Sob iluminação intensa, as folhas recém-nascidas no centro do arbusto podem desenvolver um belíssimo tom acastanhado ou bronze, que transita para verde à medida que maturam.
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