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Guppys Black Moscow (Casal)
Guppys Black Moscow (Casal)
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Nome cientifico: Poecilia reticulata (Mundialmente cobiçada e famosa no hobby como Guppy Black Moscow, sendo uma das estirpes mais puras, procuradas e elegantes alguma vez apuradas em cativeiro).
Origem: A espécie selvagem original é nativa das águas doces e salobras da América do Sul e do Caribe (como Venezuela, Brasil, Barbados e Trinidad). No entanto, a majestosa linhagem "Black Moscow" (com raízes iniciais em apuramentos genéticos realizados na Rússia) não existe na natureza, sendo desenvolvida e reproduzida exclusivamente em aquicultura especializada para a aquariofilia.
Tamanho máximo: Pequeno. Apresentam um dimorfismo sexual altamente evidente: as fêmeas são visivelmente maiores, mais encorpadas e roliças, podendo atingir os 5 a 6 cm. Os machos são muito menores e esguios, ficando pelos 3 a 4 cm, mas compensam o tamanho com um impressionante desenvolvimento das barbatanas e a sua cor profunda.
pH: Neutro a alcalino. São peixes incrivelmente rústicos e fantásticos para iniciantes. Para garantires o seu bem-estar, manteres o seu tom negro imaculado e evitares problemas no desenvolvimento das imensas barbatanas, o ideal situa-se numa faixa entre 7.0 e 8.2 (exigindo águas com boa dureza mineral para prosperarem a longo prazo).
Temperatura: Tropical. São bastante resistentes e adaptáveis, sentindo-se perfeitamente confortáveis e altamente ativos em águas com temperaturas entre os 22°C e os 28°C.
Alimentação: Omnívoro. Têm um apetite formidável e alimentam-se maioritariamente à superfície. Aceitam facilmente ração seca em flocos ou micro-grânulos de alta qualidade. Para intensificar ao máximo o tom negro-aveludado e prevenir qualquer fraqueza imunitária, a dieta base deve ter uma boa componente vegetal (espirulina) e ser complementada regularmente com pequenos alimentos vivos ou congelados (como artémia, bloodworms e dáfnias).
Comportamento: Extremamente pacífico, curioso e muito dinâmico. É um peixe comunitário que traz um movimento constante e majestoso à zona superior do aquário. A regra de ouro para o seu bem-estar é manter sempre um rácio de, pelo menos, 2 a 3 fêmeas para cada macho. Os machos têm um instinto de acasalamento incessante, e ter mais fêmeas ajuda a dispersar essas investidas, evitando que uma única fêmea morra de stress.
Reprodução: Ovovivíparo. A reprodução em aquário é constante, extremamente fácil e automática. A fêmea incuba os ovos internamente e dá à luz dezenas de alevinos já completamente formados, independentes e prontos a nadar à procura de comida. Não existe qualquer instinto parental e os adultos devorarão as próprias crias se as conseguirem apanhar. O uso de plantas flutuantes ou moitas densas (como Musgo de Java) é essencial para servir de esconderijo aos recém-nascidos.
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