Saltar para a informação do produto
1 de 1

Aquasousa

Eleocharis vivipara

Eleocharis vivipara

Preço normal €5,00
Preço normal Preço de saldo €5,00
Em promoção Esgotado
Impostos incluídos. Envio calculado na finalização da compra.
Quantidade

Espécie:

  • Eleocharis vivipara.

  • Pertence à família Cyperaceae.

Temperatura:

  • 15 a 28 °C.

  • Muito versátil e tolerante, adaptando-se com facilidade tanto a aquários de água fria como a configurações tropicais.

Origem:

  • América do Norte.

  • Encontrada habitualmente em pântanos, margens de lagos e zonas frequentemente inundadas do sul dos Estados Unidos.

Tamanho:

  • Altura: 20 a 40+ cm.

  • Largura: 5 a 10 cm por tufo.

  • Se não for podada, os seus fios finos e longos alcançam rapidamente a superfície da água, curvando-se e criando zonas de sombra ideais para peixes tímidos.

Luminosidade:

  • Média a Alta.

  • Necessita de uma iluminação adequada para que a luz penetre até à base da planta. Se a luz for demasiado fraca, as partes inferiores da planta podem começar a enfraquecer ou a ficar acastanhadas.

Necessidade de CO2:

  • Média.

  • Consegue sobreviver em aquários sem injeção de gás (Low Tech), mas o crescimento será muito mais lento. A adição de CO2 garante um verde mais vibrante e uma proliferação muito mais robusta.

Crescimento:

  • Rápido.

  • Propaga-se velozmente de duas formas: através de estolhos subterrâneos (criando novos tufos a partir da raiz) e gerando pequenas plantas adventícias nas pontas das suas folhas.

Dificuldade:

  • Média.

  • A planta em si é fácil de manter viva. A dificuldade reside inteiramente na manutenção estética: como lança "filhotes" nas pontas das hastes, pode tornar-se numa massa verde emaranhada se não for aparada e "penteada" regularmente.

Aparência:

  • Consiste em caules finos, cilíndricos e capilares (semelhantes a fios de cabelo ou relva fina), que crescem verticalmente em direção à superfície.

  • Apresenta uma cor verde-viva e uniforme.

  • O seu grande espetáculo visual (e a sua assinatura) é o desenvolvimento de pequenas plântulas em formato de "guarda-chuva" nas extremidades superiores dos caules, o que lhe confere um aspeto selvagem e em cascata, excelente para criar fundos densos.

Ver detalhes completos