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Aquasousa

Echinodorus reni

Echinodorus reni

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Espécie: Echinodorus 'Reni'. Pertence à família Alismataceae.

Temperatura: 15 a 30 °C. Extremamente tolerante e versátil, prosperando numa ampla gama de temperaturas em aquários tropicais ou de água temperada.

Origem: Cultivar hortícola. Foi desenvolvida e estabilizada em viveiro na Alemanha pelo conceituado botânico e cultivador Tomas Kaliebe.

Tamanho: Altura de 15 a 40 cm e largura de 15 a 25 cm por roseta. O seu porte contido e a tendência para manter uma postura mais atarracada tornam-na a candidata perfeita para peça central (centerpiece) no plano médio de aquários normais ou no plano traseiro de montagens mais pequenas.

Luminosidade: Média a Alta. Tal como a grande maioria das plantas vermelhas, a intensidade luminosa é o gatilho para a sua coloração. Tolera luz fraca, mas nessas condições as folhas nascerão predominantemente verdes ou com um leve tom bronze. Para atingir o cobiçado vermelho-sangue ou bordeaux profundo, exige luz forte e desimpedida.

Necessidade de CO2: Baixa. Encaixa perfeitamente na sua preferência por sistemas Low Tech. Não exige qualquer injeção de gás para crescer saudável. No entanto, sendo uma verdadeira Echinodorus, é uma consumidora radicular implacável (heavy root feeder). A utilização de um substrato fértil ou a colocação de pastilhas radiculares ricas em ferro e microelementos por baixo das suas raízes é absolutamente obrigatória para suportar a sua coloração vermelha.

Crescimento: Médio. Tem um ritmo de desenvolvimento constante mas ponderado, lançando folhas novas a partir do centro da coroa. Propaga-se emitindo hastes florais onde se formam pequenas plantas adventícias (mudas) que podem ser cortadas e replantadas quando tiverem raízes próprias.

Dificuldade: Fácil. É uma planta notavelmente resistente e recomendada para iniciantes que procuram a sua primeira planta vermelha. O único cuidado vital na plantação é a regra de ouro das rosetas: o colo/coroa da planta (a transição entre as raízes e o início das folhas) nunca deve ser enterrado no substrato, devendo ficar ligeiramente exposto para evitar o apodrecimento de toda a planta.

Aparência: Desenvolve uma roseta densa de folhas elípticas a ovais, ligeiramente estriadas e mais largas no centro. Sob iluminação e nutrição ideais (especialmente ricas em ferro), as folhas recém-nascidas no centro da coroa emergem com tons espetaculares de vermelho-beterraba, bordeaux ou castanho-avermelhado escuro, enquanto as folhas mais antigas e exteriores transitam gradualmente para um verde-azeitona ou bronze.

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