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Cryptocoryne rubella
Cryptocoryne rubella
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Espécie: Cryptocoryne rubella. Pertence à família Araceae (e está botanicamente inserida no grande complexo de Cryptocorynes asiáticas).
Temperatura: 20 a 28 °C. É altamente tolerante à estabilidade térmica, sendo capaz de prosperar na esmagadora maioria dos aquários comunitários tropicais.
Origem: Endémica do Sri Lanka, onde cresce nas margens sombreadas de rios, riachos e zonas pantanosas no interior do sub-bosque florestal.
Tamanho: Altura de 10 a 25 cm e largura de 10 a 15 cm por roseta. O seu porte elegante e contido torna-a a candidata ideal para formar maciços densos no plano médio (midground) de aquários normais, ou para o plano traseiro em nano aquários.
Luminosidade: Baixa a Alta. Tal como a maioria das suas congéneres, é incrivelmente adaptável. Tolera muito bem as zonas de sombra sob plantas mais altas ou ramos de madeira. Contudo, é sob iluminação média que revela os seus tons mais avermelhados; se exposta a luz excessivamente forte, tende a proteger-se crescendo de forma rasteira e achatada contra o areão.
Necessidade de CO2: Baixa. É um pilar absoluto dos sistemas Low Tech. Não necessita de qualquer injeção artificial de gás. Como retira a esmagadora maioria dos seus nutrientes através de um vasto e poderoso sistema radicular, o verdadeiro segredo do seu sucesso reside num substrato fértil (especialmente rico em ferro) ou na adição semestral de pastilhas de nutrição de fundo (root tabs).
Crescimento: Lento a Médio. É uma planta que requer paciência nas primeiras semanas. Uma vez bem ancorada, propaga-se de forma autónoma e consistente através de corredores subterrâneos (estolhos), fazendo emergir pequenas plantas-filha ao redor da roseta original. Estas novas mudas podem ser separadas cortando o corredor e replantadas noutras zonas do layout.
Dificuldade: Muito Fácil. Extremamente rústica e perdoadora em relação a esquecimentos na fertilização líquida ou falhas de luz. A única ressalva a ter em mente é o infame Crypt melt (derretimento foliar): face a mudanças bruscas na química da água, temperatura ou transplante, a planta pode "derreter" e perder toda a folhagem. Se isto acontecer, nunca arranque a planta; o rizoma e as raízes permanecem vivos e produzirão uma folhagem inteiramente nova e adaptada ao seu aquário num par de semanas.
Aparência: Desenvolve uma roseta densa de folhas lanceoladas a elípticas, ligeiramente mais estreitas e esguias do que as da típica wendtii. As margens são subtilmente onduladas. O seu maior atrativo cromático reside no contraste entre a face superior das folhas — que exibe um verde-azeitona ou castanho-bronze — e a face inferior (incluindo os pecíolos), que apresenta uma forte pigmentação vermelho-vinho ou bordô profundo, conferindo um aspeto orgânico perfeito para simular um leito de rio autêntico.
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