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Corydora Albina
Corydora Albina
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Nome cientifico: Corydoras aeneus (A esmagadora maioria das Corydoras Albinas comercializadas no hobby são uma mutação genética, estabilizada em cativeiro, da clássica Corydora Bronze).
Origem: Esta deslumbrante estirpe albina não é encontrada na natureza, sendo o resultado de rigoroso apuramento genético em cativeiro. Os seus antepassados selvagens (C. aeneus) são nativos de uma vasta área da América do Sul, habitando rios e lagoas de águas rasas desde a Colômbia e Venezuela até à Argentina.
Tamanho máximo: Pequeno. As fêmeas são visivelmente mais encorpadas, largas e robustas, podendo atingir os 6 a 7 cm de comprimento, enquanto os machos são mais esguios e ligeiramente menores, ficando pelos 4 a 5 cm.
pH: Ligeiramente ácido a neutro. São peixes extremamente rústicos, resistentes e perfeitamente adaptáveis (uma das escolhas de excelência para iniciantes), mas o ideal para o seu bem-estar situa-se numa faixa entre 6.0 e 7.5.
Temperatura: Tropical a subtropical. Sentem-se perfeitamente confortáveis e altamente ativas a patrulhar o fundo do aquário em águas com temperaturas entre os 22°C e os 26°C.
Alimentação: Omnívoro (detritívoro de fundo). Alimentam-se de todos os restos de comida que chegam ao fundo do aquário. Aceitam prontamente qualquer pastilha ou grânulo de fundo de alta qualidade. Para garantir uma saúde imaculada e estimular o instinto reprodutivo, a dieta deve ser complementada frequentemente com alimentos vivos ou congelados (como bloodworms, tubifex e artémia).
Comportamento: Extremamente pacífico, divertido, sociável e incansável. É um peixe de cardume obrigatório, devendo ser mantido num grupo mínimo de 6 indivíduos (idealmente mais) para se sentir protegido, desinibido e exibir o seu comportamento natural. Atenção: É imperativo o uso de um substrato de areia fina ou cascalho muito liso e arredondado, de forma a evitar que desgastem, cortem ou infetem os seus sensíveis barbilhos (bigodes) enquanto "peneiram" o fundo à procura de alimento.
Reprodução: Ovíparo. A reprodução em cativeiro é muito comum e fascinante, sendo frequentemente despoletada por uma troca de água ligeiramente mais fria (o que simula a chegada da época das chuvas). Acasalam na famosa "posição em T". A fêmea segura um pequeno aglomerado de ovos adesivos entre as suas barbatanas pélvicas, onde são fertilizados pelo macho, nadando depois para os colar diretamente nos vidros do aquário, na decoração ou em folhas largas. Não exibem qualquer instinto ou cuidado parental e comem os próprios ovos se tiverem oportunidade.
Aparência: O seu formato é atarracado, adorável e inconfundível. Tal como as restantes espécies do seu género, o seu corpo não possui escamas convencionais, sendo "blindado" por duas fileiras de duras placas ósseas sobrepostas. O grande destaque desta variedade é o seu albinismo completo (ausência total de pigmento negro). Apresenta um corpo de um branco-neve ou creme perolado (frequentemente com um tom rosado brilhante na zona das guelras devido à circulação sanguínea visível) e, como característica mais marcante, uns fascinantes olhos vermelhos ou rosados. A sua boca voltada para baixo está equipada com pequenos e sensíveis barbilhos que funcionam como potentes radares para detetar comida.
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