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AquaSousa

Apistogramma Viejita Gold

Apistogramma Viejita Gold

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Nome cientifico: Apistogramma viejita (é importante notar que no hobby da aquariofilia, quase todos os exemplares vendidos sob este nome, especialmente as mutações "Gold", são na verdade apuramentos genéticos do seu parente muito próximo, o Apistogramma macmasteri).

Origem: A deslumbrante mutação "Gold" não existe na natureza, sendo o resultado de criação e apuramento seletivo em cativeiro. Os seus antepassados selvagens são originários da América do Sul, habitando riachos rasos de águas claras e lentas nas bacias dos rios Meta e Orinoco, na Colômbia.

Tamanho máximo: Pequeno (Ciclídeo Anão). Os machos são mais corpulentos e atingem cerca de 7 a 8 cm de comprimento, enquanto as fêmeas permanecem visivelmente mais pequenas, ficando pelos 4 a 5 cm.

pH: Ácido a neutro. Para replicar as condições do seu habitat e garantir cores vibrantes e boa saúde, o ideal situa-se numa faixa entre 5.5 e 7.0.

Temperatura: Tropical. Sentem-se perfeitamente confortáveis e ativos em águas com temperaturas entre os 23°C e os 28°C.

Alimentação: Omnívoro (Micro-predador). Alimentam-se principalmente no fundo. Aceitam bem rações secas de alta qualidade em formato de micro-grânulos que afundem. Contudo, para realçar o vermelho intenso e o dourado brilhante, é estritamente necessário oferecer alimentos vivos ou congelados várias vezes por semana, como artémia, dáfnias e bloodworms (larvas vermelhas).

Comportamento: Pacífico, mas territorial (especialmente na época de reprodução). É um peixe de fundo fantástico para aquários comunitários pacíficos. Têm o hábito de "mastigar" o substrato à procura de alimento, pelo que se exige o uso de areia fina ou cascalho muito macio e arredondado. O ideal é mantê-los em casais formados ou em pequenos haréns (1 macho para 2 a 3 fêmeas), num aquário rico em esconderijos feitos com troncos, rochas e folhas secas.

Reprodução: Ovíparo. São reprodutores de caverna. A fêmea escolhe uma toca escura e abrigada (como metade de um coco, um tubo ou um pequeno vaso de barro) para depositar os ovos, geralmente no teto. Após a fertilização, a fêmea torna-se uma mãe feroz e extremamente protetora, assumindo a guarda total dos ovos e da nuvem de alevinos, e chegando mesmo a expulsar o macho da zona.

Aparência: A variedade "Gold" é um verdadeiro espetáculo visual. Devido a uma mutação genética (leucismo parcial), perderam grande parte da pigmentação escura típica da espécie. O resultado é um corpo luminoso de tom amarelo-dourado ou bege pálido, que serve de tela perfeita para realçar intensas marcas, estrias e pintas de um vermelho-fogo ou laranja vibrante na face, nos opérculos e nas barbatanas. Os machos exibem barbatanas dorsais e anais muito mais pontiagudas e coloridas do que as fêmeas.

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