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Anubia barteri var. nana Pinto
Anubia barteri var. nana Pinto
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Espécie:
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Anubias barteri var. nana 'Pinto'.
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Pertence à família Araceae.
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É uma mutação/cultivar (não ocorre naturalmente nestas cores na natureza).
Temperatura:
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20 a 30 °C.
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Tal como a maioria das Anubias, é extremamente tolerante e adapta-se bem a uma grande variedade de temperaturas, embora a faixa ideal se situe nos 22-26 °C.
Origem:
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Cultivar (criada e selecionada em estufas e laboratórios). A espécie base (Anubias barteri) é originária da África Ocidental.
Tamanho:
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Altura: 5 a 10 cm.
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Largura: 5 a 10 cm.
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Mantém um porte muito pequeno e compacto, semelhante ao da Anubias nana ou Petite.
Luminosidade:
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Média a Alta.
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Nota essencial: Ao contrário das Anubias normais (que preferem sombra), a variante 'Pinto' necessita de mais luz para manter a sua exuberante cor branca (variegação). Se for mantida com luz muito fraca, as folhas novas tenderão a nascer quase totalmente verdes para compensar a falta de clorofila.
Necessidade de CO2:
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Baixa a Média.
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Consegue viver perfeitamente sem injeção de CO2. No entanto, como necessita de luz mais forte para manter a cor branca, um pequeno aporte de CO2 (e boa circulação) ajuda imenso a prevenir o aparecimento de algas nas suas folhas de crescimento lento.
Crescimento:
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Muito Lento.
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Devido à falta de clorofila nas secções brancas das folhas, o seu metabolismo é ainda mais lento do que o de uma Anubias verde comum. Cada folha nova é um prémio para a paciência do aquarista.
Dificuldade:
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Média.
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Enquanto a planta em si é tão resistente como qualquer Anubias, a "dificuldade" reside em encontrar o equilíbrio perfeito de luz: forte o suficiente para manter o branco, mas limpa o suficiente para não ganhar algas (Green Spot) nas folhas devido ao seu crescimento vagaroso.
Aparência:
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O seu grande espetáculo visual são as folhas coriáceas (duras) com uma variegação marcante de branco-neve, creme e verde-claro. O padrão é aleatório (marmorizado), tornando cada folha única.
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Possui um rizoma espesso de onde partem as raízes e as folhas. Tal como todas as Anubias, o rizoma nunca deve ser enterrado no substrato, devendo a planta ser colada ou amarrada a troncos e rochas.
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