Espécie:
Microsorum pteropus.
Pertence à família Polypodiaceae.
É uma das plantas mais emblemáticas e antigas do aquarismo.
Temperatura:
18 a 30 °C.
Extremamente tolerante, sobrevivendo bem tanto em águas mais frias como em aquários tropicais quentes.
Origem:
Sudeste Asiático.
Encontrado na natureza a crescer sobre rochas e troncos em zonas inundáveis e margens de rios.
Tamanho:
Altura: 15 a 35 cm.
Largura: Pode formar grandes moitas com o tempo, expandindo-se através do rizoma.
Luminosidade:
Baixa a moderada.
É a planta perfeita para zonas de sombra. Luz excessiva pode tornar as folhas translúcidas ou causar manchas castanhas.
Necessidade de CO2:
Baixa.
Não necessita de CO2. Consegue extrair tudo o que precisa da coluna de água de forma muito eficiente.
Crescimento:
Lento.
Uma planta que exige paciência, mas que recompensa com uma estrutura muito estável e duradoura.
Dificuldade:
Muito fácil.
Frequentemente recomendada como a "planta de entrada" para qualquer iniciante, dada a sua resistência a erros comuns.
Aparência:
Folhas grandes, lanceoladas e de cor verde-escuro, com uma textura rugosa e coriácea (parecida com couro).
Possui um rizoma horizontal verde de onde saem raízes escuras e peludas que se agarram a superfícies.
Na face inferior das folhas, é comum aparecerem pequenos pontos escuros (soros), que são órgãos reprodutores e não uma doença.
Informações adicionais:
Rizoma à superfície: O rizoma do Microsorum pteropus nunca deve ser enterrado no substrato para não apodrecer.
Fixação: É ideal para ser fixado a troncos ou rochas vulcânicas (que têm porosidade para as raízes se agarrarem).
Peixes Herbívoros: Devido ao sabor amargo e à dureza das folhas, a maioria dos peixes (incluindo Kinguios e Ciclídeos grandes) costuma deixá-la em paz.
Propagação: Pode dividir o rizoma ou simplesmente esperar que nasçam pequenos "filhotes" nas pontas das folhas mais velhas. Quando estes tiverem raízes próprias, podem ser destacados e fixados noutro local.

