Espécie:
Cryptocoryne walkerii.
Pertence à família Araceae.
Frequentemente confundida com a C. wendtii ou C. lutea, mas com uma estrutura de folha mais rígida.
Temperatura:
20 a 28 °C.
Adapta-se bem a uma ampla gama de temperaturas, mas prefere a estabilidade dos 24-25 °C.
Origem:
Sri Lanka.
Encontrada em zonas ribeirinhas, crescendo tanto em forma emersa como submersa.
Tamanho:
Altura: 10 a 20 cm.
Largura: 12 a 15 cm.
Cresce formando uma roseta densa de folhas que se expande lateralmente.
Luminosidade:
Baixa a Moderada.
É uma planta de "sombra". Sob luz intensa, as folhas tendem a crescer mais rasteiras e podem desenvolver tons mais acastanhados; sob luz baixa, cresce mais verticalmente e mantém o verde.
Necessidade de CO2:
Baixa.
Ideal para montagens Low Tech. O CO2 não é essencial, embora ajude a planta a recuperar mais rápido de podas ou mudanças de ambiente.
Crescimento:
Lento.
Como a maioria das Cryptos, foca primeiro o desenvolvimento das raízes. Após um período de adaptação, começa a lançar novas folhas e mudas laterais.
Dificuldade:
Fácil.
Muito resiliente e menos propensa ao famoso "derretimento" (Crypt Melt) do que as espécies mais sensíveis, desde que os parâmetros da água não sofram choques extremos.
Aparência:
Folhas lanceoladas com margens ligeiramente onduladas e uma textura firme, quase de couro.
A cor é um verde-oliva rico, mas a face inferior da folha e o pecíolo (caule da folha) exibem frequentemente tons de bronze ou castanho avermelhado.
A estrutura da planta é mais ereta e "organizada" do que a da C. wendtii, mantendo um aspeto de arbusto compacto.
Informações adicionais:
Estabilidade do Substrato: Esta planta beneficia imenso de um substrato rico em ferro. Uma vez plantada, evite movê-la, pois as suas raízes são extensas e a planta ressente-se muito com o transplante.
Aquascaping: É excelente para preencher espaços entre rochas de tamanho médio ou para criar uma zona de transição entre o tapete e as plantas de fundo.
Manutenção: Se as folhas ficarem demasiado densas, pode podar as folhas exteriores mais velhas para permitir que a luz chegue ao centro da roseta e estimule o aparecimento de rebentos novos.

