Espécie:
Anubias barteri var. nana.
Pertence à família Araceae.
É uma planta reófita (que cresce agarrada a rochas e troncos em cursos de água).
Temperatura:
20 a 30 °C.
Extremamente tolerante, embora se desenvolva melhor na faixa dos 24-26 °C.
Origem:
África Ocidental (Camarões, Nigéria).
Tamanho:
Altura: 5 a 10 cm.
Largura: 10 a 15 cm.
Mantém-se pequena e compacta, ao contrário da sua "irmã" maior, a Anubias barteri.
Luminosidade:
Baixa a Moderada.
Prefere zonas de sombra. Se exposta a luz muito intensa, as suas folhas de crescimento lento tornam-se um alvo fácil para algas verdes pontuais (GSA).
Necessidade de CO2:
Baixa.
Totalmente opcional. A planta consegue retirar todo o carbono de que necessita da água e do ambiente, embora o CO2 ajude a manter as folhas mais brilhantes.
Crescimento:
Muito Lento.
Pode produzir apenas uma folha nova por mês (ou a cada três semanas em condições ideais). É a planta da paciência.
Dificuldade:
Muito Fácil.
É considerada "imortal" por muitos aquaristas. Tolera grandes variações de parâmetros e negligência temporária.
Aparência:
Folhas ovais, coriáceas (duras ao toque) e de um verde-escuro profundo e acetinado.
Possui um rizoma horizontal grosso de onde partem as raízes brancas e os pecíolos das folhas.
Cresce formando moitas baixas e muito densas.
Informações adicionais:
Rizoma (Aviso Crítico): Nunca enterre o rizoma no substrato, pois ele apodrecerá e a planta morrerá. A Anubias deve ser presa a troncos ou rochas com linha, cola ou encaixada em fendas.
Herbívoros: Devido à dureza das suas folhas, é uma das poucas plantas que pode ser mantida com peixes que normalmente destroem a vegetação, como Ciclídeos Africanos ou Kinguios.
Propagação: Basta cortar o rizoma em dois ou mais pedaços (usando uma lâmina afiada), garantindo que cada parte tenha pelo menos 3 ou 4 folhas.

