Espécie:
Anubias barteri var. barteri.
Pertence à família Araceae.
É a variedade nominal da espécie, sendo maior que a famosa Anubias barteri var. nana.
Temperatura:
20 a 30 °C.
Extremamente resiliente a variações, embora prefira a estabilidade dos 24-26 °C.
Origem:
África Ocidental (regiões da Nigéria, Camarões e Guiné).
Tamanho:
Altura: 15 a 40 cm.
Largura: A folhagem pode estender-se consideravelmente à medida que o rizoma cresce.
As folhas individuais podem chegar aos 10-20 cm de comprimento.
Luminosidade:
Baixa a moderada.
Sente-se melhor em zonas sombreadas. Se a luz for muito forte, as suas folhas (que duram anos) podem cobrir-se de algas peteca ou pontos verdes.
Necessidade de CO2:
Baixa.
Não necessita de injeção de CO2. Consegue manter o seu metabolismo lento com o que já existe naturalmente na água.
Crescimento:
Muito lento.
É uma planta para quem tem paciência; cada folha nova é um pequeno evento que demora semanas a completar-se.
Dificuldade:
Muito fácil.
É a planta "tanque de guerra" do aquarismo. Aguenta quase tudo, desde falta de luz até parâmetros de água negligenciados.
Aparência:
Folhas grandes, largas e cordadas (em forma de coração) ou levemente lanceoladas.
Textura muito rígida, quase como plástico, e de um verde-escuro profundo e acetinado.
Possui um rizoma grosso e carnudo de onde partem as raízes e os talos das folhas.
Informações adicionais:
Rizoma: Como já deve saber pela família Anubia, nunca enterre o rizoma. Se o fizer, ele apodrece e a planta morre. Prenda-a a troncos ou rochas.
Aquascaping: Devido ao seu tamanho, é perfeita para o plano médio ou traseiro de aquários médios a grandes. Em aquários pequenos, pode tornar-se a peça central.
Peixes: É a escolha número um para quem tem peixes "escavadores" ou herbívoros (como Ciclídeos Africanos ou Kinguios), pois o sabor é amargo e a folha é demasiado dura para a maioria deles.

